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Painel virtual da AAMICA – Cinemateca Capitólio em Cartaz

No dia 29/10, quinta-feira, às 20h, teremos o terceiro painel virtual da AAMICA, apresentando como tema a programação de filmes da cinemateca Capitólio. Nossos convidados serão Ana Azevedo, diretora e roteirista, e Leonardo Bomfim, programador de cinema. A conversa terá a mediação de Luiz Antonio T. Grassi, presidente da AAMICA.

A Transmissão acontecerá nas páginas do Facebook da AAMICA, Rede Soberania e jornal Brasil de Fato RS. Também no canal do Youtube da Rede Soberania.

Para assistir online:

AAMICA

https://www.facebook.com/aamica.capitolio

Rede Soberania

https://www.facebook.com/redesoberania/

https://www.youtube.com/redesoberania

Brasil de Fato RS

https://www.facebook.com/brasildefators/

#livedaAAMICA

#RedeSoberania

#BrasildeFatoRS

Associe-se

Tornar-se sócio da AAMICA é fácil, tudo pode ser feito pela internet:

1. Acesse a ficha de inscrição on-line:https://forms.gle/y4boNh4mz7a2fuAK9

2. Após a conclusão do preenchimento o envio é automático para a Direção da AAMICA, seu e-mail será incluído na lista de contatos para receber as informações sobre as reuniões e demais atividades da associação.

3. Você pode entrar em contato com a AAMICA pelo e-mail: aamica.capitolio@hotmail.com

Sua participação é muito importante para a Cinemateca Capitólio!

Assista a 2ª Live da AAMICA – Atrás da Tela: a importância do acervo público da Cinemateca Capitólio

O tema da segunda live foi o acervo da Cinemateca Capitólio: sua diversidade e importância; o perigo de terceirizar a responsabilidade de sua gestão; e a imprudência de tratar memória e identidade como produtos comercializáveis. O painel virtual contou com a mediação de Luiz Antonio Grassi, presidente da AAMICA, e a participação de 3 convidadas muito especiais:

Zita Possamai – professora, doutora em História pela UFRGS, com pós-doutoramento na Universidade Paris 3 Sorbonne Nouvelle. Foi diretora do Museu de Porto Alegre Joaquim José Felizardo (1993-1999) e coordenadora da Memória Cultural (1999 a jan.2001) da Secretaria da Cultura da Prefeitura de Porto Alegre;

Maria Osmari – arquivista formada pela Universidade Federal de Santa Maria, com especialização em Patrimônio Cultural em Centros Urbanos pela UFRGS. Foi diretora do Arquivo Histórico Moysés Vellinho (1996-2001 / 2003-2004) e coordenadora da Coordenação da Memória Cultural (fev.2001-2003) da Secretaria da Cultura de Porto Alegre. Prestou consultoria especializada para implantação, gestão e organização do acervo da Cinemateca Capitólio (2015-2018); e

Jacqueline Custódio – advogada, mestranda pelo Programa de Pós-graduação de Museologia e Patrimônio da UFRGS, coordenadora adjunta do Núcleo RS ICOMOS/Brasil e ativista pelo patrimônio cultural. Representa a AAMICA, em parceria com o advogado Renato Barcelos, na ação junto ao Tribunal de Justiça do RS e representações nos Ministérios Públicos em defesa da Cinemateca Capitólio.

Live da AAMICA – Atrás da Tela: a importância do acervo público da Cinemateca Capitólio

AAMICA promoverá sua segunda live no dia 30 de setembro, quarta-feira, às 20h.

O tema será o acervo da Cinemateca Capitólio: sua diversidade e importância; o perigo de terceirizar a responsabilidade de sua gestão; e a imprudência de tratar memória e identidade como produtos comercializáveis.

O painel virtual terá a mediação de Luiz Antonio Grassi, presidente da AAMICA, e contará com a participação de 3 convidadas muito especiais:

Zita Possamai – professora, doutora em História pela UFRGS, com pós-doutoramento na Universidade Paris 3 Sorbonne Nouvelle. Foi diretora do Museu de Porto Alegre Joaquim José Felizardo (1993-1999) e coordenadora da Memória Cultural (1999 a jan.2001) da Secretaria da Cultura da Prefeitura de Porto Alegre;

Maria Osmari – arquivista formada pela Universidade Federal de Santa Maria, com especialização em Patrimônio Cultural em Centros Urbanos pela UFRGS. Foi diretora do Arquivo Histórico Moysés Vellinho (1996-2001 / 2003-2004) e coordenadora da Coordenação da Memória Cultural (fev.2001-2003) da Secretaria da Cultura de Porto Alegre. Prestou consultoria especializada para implantação, gestão e organização do acervo da Cinemateca Capitólio (2015-2018); e

Jacqueline Custódio – advogada, mestranda pelo Programa de Pós-graduação de Museologia e Patrimônio da UFRGS, coordenadora adjunta do Núcleo RS ICOMOS/Brasil e ativista pelo patrimônio cultural. Representa a AAMICA, em parceria com o advogado Renato Barcelos, na ação junto ao Tribunal de Justiça do RS e representações nos Ministérios Públicos em defesa da Cinemateca Capitólio.

Assim como na live anterior, contamos com o importante apoio da Rede Soberania e do jornal Brasil de Fato RS para a transmissão. Contamos, também, com a tradução simultânea em libras.

Para quem não assistiu a live sobre as Cinematecas Brasileira e Capitólio, realizada em 25/08, ainda pode fazê-lo pelo pelo facebook da AAMICA e no canal da Rede Soberania:

Até o momento somamos mais 700 visualizações, considerando as quatro plataformas.

No dia 30 de setembro, o evento poderá ser acessado pelos links:

AAMICA

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Rede Soberania

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https://www.youtube.com/redesoberania

Brasil de Fato RS

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Sugerimos que tod@s divulguem e participem!

Assista a Live da AAMICA – Cinematecas e o risco do apagão da memória do audiovisual

A Associação dos Amigos da Cinemateca Capitólio programou esta live para conversar sobre a situação de abandono da Cinemateca Brasileira e da ameaça de terceirização que ronda a Cinemateca Capitólio. Ao mesmo tempo em que nos somamos ao movimento SOS Cinemateca Brasileira, queremos destacar a importância da preservação e difusão da memória audiovisual e refletir sobre os danos da inexistência de políticas públicas para a cultura e sua substituição pela terceirização de espaços e equipamentos culturais. Convidados:

Carlos Roberto de Souza, Presidente da Associação Brasileira de Preservação Audiovisual – ABPA.

Marcus Mello, pesquisador, crítico de cinema e funcionário da Cinemateca Capitólio.

Mediação: Luiz Antonio T. Grassi, presidente da AAMICA.

#livedaAAMICA

#RedeSoberania

#BrasildeFatoRS

Live da AAMICA – Cinematecas e o risco do apagão da memória do audiovisual

No dia 25/08, terça-feira, às 20h, teremos a primeira live da AAMICA. Contando com a participação de Carlos Roberto de Souza, presidente da Associação Brasileira de Preservação Audiovisual/ABPA, e Marcus Mello, pesquisador e crítico de cinema, funcionário da Cinemateca Capitólio. A conversa terá a mediação de Luiz Antonio T. Grassi, presidente da AAMICA.

A Transmissão acontecerá nas páginas do Facebook da AAMICA, Rede Soberania e jornal Brasil de Fato RS. Também no canal do Youtube da Rede Soberania.

Para assistir online:

AAMICA

https://www.facebook.com/aamica.capitolio

Rede Soberania

https://www.facebook.com/redesoberania/

https://www.youtube.com/redesoberania

Brasil de Fato RS

https://www.facebook.com/brasildefators/

#livedaAAMICA

#RedeSoberania

#BrasildeFatoRS

A AAMICA apoia o Manifesto pela Cinemateca Brasileira

A Associação dos Amigos da Cinemateca Capitólio – AAMICA – protesta contra o ataque e o abandono da Cinemateca Brasileira e lembra que a mesma, integrando o extinto Ministério da Cultura, teve sua gestão contratualizada em 2018, sendo entregue integralmente à Assoc. de Comunic. Educativa Roqurete Pinto.

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ACESSE O MANIFESTO:
https://outraspalavras.net/blog/manifesto-pelo-resgate-da-cinemateca-brasileira/

Cinemateca Brasileira pede socorro

Petição criada pelo Manifesto C para Governo Federal – Secretaria Especial de Cultura – Secretaria do Audiovisual.

A Cinemateca Brasileira, maior arquivo de filmes do país, cuja trajetória é reconhecida internacionalmente, enfrenta uma situação limite. Em meados de maio não recebeu ainda nenhuma parcela do orçamento anual, cujo montante é da ordem de R$ 12 milhões.

Após sofrer uma intervenção do Ministério da Cultura em 2013, que destituiu sua diretoria e retirou-lhe a autonomia operacional, vem enfrentando um processo contínuo de enfraquecimento institucional que culmina na atual ameaça de total paralisia.

A Cinemateca tem sob sua guarda o maior acervo audiovisual da América do Sul, cuja preservação demanda cuidados permanentes de técnicos especializados e manutenção de estritos parâmetros de conservação em baixa temperatura e umidade relativa.

Estão sob sua custódia coleções públicas e privadas que constituem a memória audiovisual do país. Além do seu intrínseco valor cultural, as obras dos produtores nacionais agregam valor econômico; são fonte de renda industrial que mantém a dinâmica do setor. A ameaça que paira sobre a Cinemateca não é a destruição de valores apenas simbólicos, mas igualmente tangíveis.

O contrato do Governo Federal com a Organização Social que a administra – Associação de Comunicação Educativa Roquete Pinto (ACERP) – foi encerrado por iniciativa do MEC. A atual Secretaria Especial da Cultura, responsável pela Cinemateca, tem seus vínculos administrativos divididos entre os ministérios da Cidadania e do Turismo.

Essa situação esquizofrênica dificulta a atuação do governo com a urgência necessária para impedir a falência da Cinemateca, enquanto a administração pública se dedica a desenhar uma solução de longo prazo. Se o orçamento da Cinemateca não for imediatamente repassado a ACERP, assegurando a manutenção do quadro mínimo de contratados e as condições físicas de conservação, não haverá necessidade de uma perspectiva de fôlego, pois já teremos alcançado a solução final.

O descaso da Secretaria do Audiovisual do extinto Ministério da Cultura para com a Cinemateca acarretou o incêndio de fevereiro de 2016 – o quarto sofrido pela instituição em sua história – em que se perderam definitivamente mil rolos de filmes antigos, fato que na ocasião foi relegado pelas autoridades, que não tomaram nenhuma providência de reparação ou de prevenção de novos acidentes.

Em fevereiro deste ano, as instalações da Cinemateca na Vila Leopoldina (São Paulo), que abrigavam parte do acervo, foram atingidas por uma enchente. Novamente a Secretaria do Audiovisual se absteve de suas responsabilidades, não esclareceu eventuais perdas, nem adotou medidas para proteger as coleções em perigo.

Se a indiferença com o futuro do patrimônio audiovisual brasileiro persistir, as consequências serão ainda mais graves. Sem os cuidados dos técnicos e as condições de conservação todo o acervo se deteriorará de modo irreversível.

Nesse caso, quando chegar o socorro de Brasília, as imagens do nosso passado terão se tornado espectros de nossa falência como nação.

São Paulo, 15 de maio de 2020

ASSINE A PETIÇÃO:

https://secure.avaaz.org/po/community_petitions/governo_federal_secretaria_especial_de_cultura_sec_cinemateca_brasileira_pede_socorro

LYGIA FAGUNDES TELLES, ex-presidente do Conselho da Cinemateca Brasileira
ISMAIL XAVIER, ex-presidente do Conselho da Cinemateca
CARLOS AUGUSTO CALIL, ex-diretor executivo da Cinemateca, ex-Secretário Municipal de Cultura de São Paulo
RICARDO OHTAKE, ex-diretor executivo da Cinemateca, ex-Secretário de Cultura do Estado de São Paulo
DORA MOURÃO, ex-membro do Conselho, ex-presidente da CILECT – The International Association of Film and Television Schools
UGO GIORGETTI, ex-membro do Conselho da Cinemateca
JOÃO BATISTA DE ANDRADE, ex-membro do Conselho da Cinemateca, ex-secretário de Cultura do Estado de São Paulo
MARCELO ARAÚJO, ex-membro do Conselho da Cinemateca, ex-Secretário de Cultura do Estado de São Paulo
EDUARDO MORETTIN, ex-membro do Conselho da Cinemateca
SÉRGIO MUNIZ, ex-membro do Conselho da Cinemateca
WALTER SALLES, ex-membro do Conselho da Cinemateca
Jean-Claude Bernardet, ator, cineasta, crítico, professor, ex-membro do Conselho da Cinemateca

Professores do CTR – Departamento de Cinema, Televisão e Rádio / Universidade de São Paulo
ALMIR ALMAS
ESTHER HAMBURGER
RUBENS REWALD
PATRICIA MORAN
GILSON SCHWARTZ
LUIS FERNANDO ANGERAMI
CECÍLIA MELLO
JOÃO GODOY
FERNANDO SCAVONE
MATEUS ARAÚJO
ARLINDO MACHADO
ROBERTO MOREIRA
LUIS DANTAS
HENRI GERVAISEAU
THIAGO ANDRÉ
EDUARDO VICENTE
CRISTIAN BORGES
EDUARDO SANTOS MENDES
JOÃO PAULO AMARAL SCHLITTLER SILVA
RUBENS MACHADO JUNIOR

FIAF – International Federation of Film Archives – CHRISTOPHE DUPIN, em nome do Comitê Executivo
APACI – Associação Paulista de Cineastas
ABRACI – Associação Brasileira de Cineastas
ABC – Associação Brasileira de Cinematografia – MARCELO TROTTA, presidente
API – Associação de Produtoras Independentes
ABPA – Associação Brasileira de Preservação
ABRACCINE – Associação Brasileira de Críticos de Cinema
FÓRUM DOS FESTIVAIS – Fórum Nacional dos Organizadores de Festivais de Cinema – ANTONIO LEAL, presidente
FORCINE – Fórum Brasileiro de Ensino de Cinema e Audiovisual – ALESSANDRA MELEIRO, presidente
Festival de Documentários É TUDO VERDADE – AMIR LABAKI, diretor

Cinemateca do Museu de Arte Moderna – Rio de Janeiro
RICARDO COTA, curador
HERNANI HEFFNER, conservador chefe

Cineteca Nacional de Chile – MÓNICA VILLARROEL, diretora

Cinemateca Portuguesa – Museu do Cinema – TIAGO BATISTA, diretor do centro de conservação

Cinémathèque Française – COSTA-GRAVAS, presidente
Institut Lumière – THIERRY FREMAUX, diretor
JEAN-LOUIS COMOLLI, crítico e professor
NÉSTOR GARCIA CANCLINI, professor-investigador distinguido de la Universidad Autónoma Metropolitana e investigador emérito del Sistema Nacional de Investtigadores de México.